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::: 30/11/2002
Estivemos durante estes últimos meses falando sobre profissões. Dicas e
informações para que você escolha mais seguramente seu futuro. Mas agora o
vestibular esta aí. Com ele muito estresse. Sua opção já foi feita. O que
você pode fazer para aplicar todo o potencial que desenvolveu nestes meses
de preparação? Em quase todos os países do mundo, o número de vagas oferecidas para os cursos superiores é inferior ao número de candidatos. Por conta desta discrepância há critérios para o ingresso nestes cursos. A mais praticada é seleção na entrada dos candidatos. Esta é a prática mais comum, embora o processo possa ser bastante diferenciado de país para país. E mesmo com a adoção de outros métodos em fase de implantação, o Vestibular é a fórmula principal para esta seleção.
Sem entrarmos em questões de ser ou não a melhor maneira, o certo é que será assim este ano – provavelmente mais alguns também – e teremos que enfrentá-lo. O medo do fracasso, a competitividade exacerbada do período – neste ano quase três milhões de jovens brasileiros passarão por este momento – e o sentimento de ver frustrados seus planos para o futuro deixam os estudantes à flor da pele. Dá calafrios só de pensar em dar a notícia em casa de que não passou no vestibular. E ficar respondendo que não conseguiu a todos aqueles que lhe perguntarem: e aí como foi? Tudo isto aumenta a pressão e a cobrança do candidato.
Resultado: estresse.
Conseqüência: na hora das provas você não
consegue desenvolver tudo o que podia, dá aquele branco ou você entra em
desespero e não consegue se concentrar nas questões. É como se você se
preparasse para uma maratona, mas no dia da corrida torcesse o pé e só
pudesse apenas caminhar os quarenta e dois quilômetros do percurso.
Mas o que é estresse. Segundo os especialistas, “trata-se de uma reação do organismo a um fato que muda a nossa rotina. Não precisa ser um acontecimento ruim. Pode ser conseqüência de uma situação de felicidade, medo, perda, etc. Ele altera o humor, a fome e o sono, e pode desencadear perda de memória, problemas de pele, asma, alergias e até hipertensão”. Além disto está associado ao desencadeamento de quase todo tipo de doença – normalmente dentro da pré-disposição de cada indivíduo. Dentre uma enorme relação de sintomas que são comumente encontrados em estudantes segundo o psicólogo Hélio Borges Jr., vale destacar:
Dicas para a reta final
O que fazer então? Atitude é tudo. Vão aqui algumas dicas para a reta
decisiva antes do vestibular:
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2- Simplicidade. Assuma uma atitude relativamente simples: pense positivo. Acredite em você e no seu potencial. Faça apenas o melhor que puder. Não se coloque sempre numa postura de vítima ou sobrecarregado.
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4- Cuide de sua alimentação. Uma alimentação balanceada lhe fará sentir
melhor além de contribuir com os elementos necessários para a máxima
potência de seu cérebro. Coma muitas frutas e verduras. Evite alimentos
gordurosos e beba bastante líquido. Controle o álcool e o café. Reduza ou
evite o cigarro e o uso de remédios.
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6- Encare a ansiedade e o medo com naturalidade. Todo ser normal tem ansiedade e medo. Controle-se na hora da prova, não permita que o nervosismo seja mais forte que seu aprendizado.
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O controle emocional é parte importante na preparação para o vestibular. Fazer uma prova com tranqüilidade é um enorme passo para um bom resultado. Lembre-se: pior do que não passar no vestibular por não estar bem preparado é não passar por não conseguir usar tudo o você aprendeu e que seria suficiente para o seu sucesso.
Acredite em você. Controle-se e sucesso.
Eduardo Santos é psicólogo e consultor
formado pelo
Centro de Ensino Superior
de Juiz de Fora
e Pós-Graduado em Consultoria em RH.
Saiba mais clicando aqui.